quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A arte naif de J. Araujo a serviço da educação

Ficamos felizes em divulgar que a Editora Pearson publicou um livro destinado aos alunos da 1ª série do ensino fundamental, no qual a arte naif de J. Araujo funciona como um instrumento de potencialização do aprendizado através de suas ilustrações. 

Quando a editora localizou obras do J. Araujo no nosso blog para ilustrar o material da disciplina Ciências Sociais, tivemos o prazer de enviar o contato do artista.

Parabenizamos ambos, artista e editora. O primeiro, por sua internacionalmente reconhecida arte. E a  editora, por sua dedicação e sensibilidade de incluir a arte naif nos livros escolares, ainda mais em se tratando do ensino fundamental.

E quando dizemos fundamental, a palavra toma sua conotação mais completa na união Criança-Futuro-Arte-Século 21!
 
O resultado está aí:


 
 
 


Outras Leituras – grupo 08 – 1º ano do ensino fundamental – disciplina de Ciências Sociais.
Editora Pearson
 
Conheça, também, o artista e seu trabalho: J.Araujo

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Diomar das Véias

[Diomar Freitas Dantas]
Acopiara - CE

Sou um artista. Faço esculturas em madeira. Moro em Juazeiro do Norte e trabalho no Centro de Cultura Popular Mestre Noza. Sou mais conhecido como "Diomar das Veias": assim me chamam porque gosto de esculpir mulheres. Meu trabalho está à venda em galerias de arte popular de todo o Brasil. Aceito encomendas de trabalhos.

Fonte: Blog do Diomar:
http://diomardasveias.blogspot.com.br/





Exposição "Meu Padinho Padre Cícero"
Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas - RJ
Foto: Álvaro Nassaralla
 


"Sem título"
 Óleo sobre tela
Acervo Museu Afro Brasil
 Foto: Álvaro Nassaralla




 
 
 
Foto: Blog do Diomar
 
 
 
O Homem das Velhas
Por Gustavo Abreu


Beatas, rendeiras, rezadeiras, mulheres com menino nos braços, zangadas, alegres: “Eu procuro representar as velhas nordestinas de todas as maneiras”, conta o escultor Diomar Freitas Dantas, ou Diomar Das Velhas. “Esse apelido, (os clientes) me colocaram por causa das velhas que eu faço de madeira”.
 
Ele é conhecido no Brasil, em alguns países da Europa e nos Estados Unidos pela habilidade de transformar uma arvorezinha difícil e esgalhada – a imburana – em grupos
de senhoras nordestinas. E é neste ponto que mora a peculiaridade das esculturas desse artesão de 37 anos de idade e muito bom de prosa.

Veja a continuação:
http://www.centrocape.org.br/revista/arquivos/9Edicao.pdf

Revista Brasil Feito a Mão - Instituto Centro Cape e Central Mãos de Minas - Abril de 2010
 
 
 
Veja também:


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Helena Coelho e o Dia das Crianças

Por Álvaro Nassaralla

O naif de Helena Coelho tem, sem sombra de dúvida, muita luz. Em sua pintura, qualquer que seja o tema, encontramos iluminação em uma paleta de cores abertas.

No quadro abaixo, em homenagem ao Dia das Crianças (12 de outubro), fica evidente esse tipo de observação. Aliás, será que quando somos criança as cores são mais vibrantes ou se trata apenas de uma falha de minha memória?

Fica a pergunta e a beleza do trabalho de helena Coelho.



 
 
 

sábado, 1 de setembro de 2012

Exposição "Meu Padinho Padre Cícero: Em cada casa um oratório, em cada quintal uma oficina"

Folder aberto da Exposição
 
 
 
O IIAN (Instituto Iternacional de Arte Naif) esteve presente na exposição "Meu Padinho Padre Cícero: Em cada casa um oratório, em cada quintal uma oficina", na pessoa de Álvaro Nassaralla, e parabeniza os realizadores desse evento pela beleza das obras expostas, pela relevância do tema e de como ele foi disposto no espaço da galeria.



Virinho (Severino Silva de Souza)
"São Jorge"
Foto: Alvaro Nassaralla


A exposição foi realizada no Pavilhão de São Cristóvão - RJ, de 17 de junho a 19 de agosto de 2012, no "Espaço Memória" do "Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas" e a curadoria foi de Emanoel Araújo (Diretor-curador do Museu Afro Brasil). Durante o percurso da exposição, pode-se de fato sentir-se entrando no sertão e na religiosidade de um povo.

O objetivo da mostra era retratar a figura do lendário Padre Cícero quando de sua estada em Juazeiro do norte (CE). Segundo o curador, no seu texto de apresentação do folder :


"Quem chega a cidade de Juazeiro, no semiárido do Ceará, sente-se logo toomado pela atmosfera de um grande santuário; um silêncio respeitoso paira no ar como se a esperitual presença do padre Cícero Romão Batista estivesse ali como o criador dessa cidade habitada por antigos moradores que ali chegaram à procura de curas e dos milagres do Santo Padre".  

As obras variavam de pinturas e esculturas de madeiras, a peças de barro e gesso, xilogravuras, tudo entrecortado por textos explicativos, além de trechos de literatura de cordel.